Entrevista ao G1 | Número de profissionais de Motofrete cresce 40% em São Paulo em apenas um ano

Nesta semana, dei entrevista ao G1 sobre o número de motociclistas atuantes em Motofrete na cidade de São Paulo. Os indicativos apontam quase 40% de crescimento em um ano devido à pandemia de Coronavírus. Deixei claro, mais uma vez, que nossa categoria, apesar de essencial, ainda não tem recebido a atenção devida das autoridades e das empresas que contratam os serviços.

Em março de 2020, quando a epidemia começou no Estado de São Paulo, eram 220 mil profissionais autônomos na Capital – o número saltou para mais de 305 mil em fevereiro deste ano. Na época, 1% do total era composto por mulheres – atualmente são 3%.

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Nossa categoria já era marginalizada antes da pandemia, agora, está mais ainda, pois recebeu uma enxurrada de profissionais de outras áreas que ficaram desempregados e passaram a atuar como motoboys. Há muita dificuldade em manter a segurança, já que o profissional, além de ter contato com várias pessoas por dia, também se mata nas ruas para chegar rápido. Há uma pressão enorme para cumprir prazos, fazer mais corridas em menor tempo, cumprir entregas em dias de chuva.”

CONFIRA A REPORTAGEM COMPLETA DO G1

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